sábado, junho 15, 2024
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4 curiosidades geográficas quase inacreditáveis, mas verdadeiras!

4 curiosidades geográficas quase inacreditáveis (mas verdadeiras!)

Durante os anos em que estamos no colégio, por mais que tenhamos uma boa base de geografia, há muitos fatos que passam despercebidos. Curiosamente, esses detalhes podem nos dar uma melhor dimensão não só de como um determinado clima atua, mas também como os diferentes países se relacionam com outros, ou mesmo da forma como uma população vive. Sem contar que, em se tratando de curiosidades geográficas, elas sempre são bem-vindas.

1. A cidade de Istambul está localizada em dois continentes

O Estreito de Bósforo é um dos pontos mais procurados entre aqueles que visitam a
A cidade de Istambul, na Turquia, é lembrada por ter sido chamada de Constantinopla no passado. Mas ao contrário do que muitos possam supor, ela não é a capital do país! Claro, ela foi capital durante o Império Romano do Oriente e ao longo do Império Otomano, quando atendia pelo outro nome. Mas atualmente, essa função administrativa é exercida pela cidade de Ancara.

E mais um detalhe interessante para quem nunca observou essa região num mapa de maior escala: Istambul é dividida pelo Estreito de Bósforo e fica situada em dois continentes, com uma parte na Europa, e outra na Ásia, à direita.

2. O maior deserto do mundo fica na Antártica

Dominada pelo clima polar, a Antártica abriga o maior deserto do mundo. (Fonte: Getty Images/Reprodução)
Quando falamos sobre desertos, o mais fácil é vir à mente a visão de um local coberto por dunas e muito calor. Mas vale lembrar que o clima desértico, na verdade, tem relação com a aridez, ou melhor, com a baixa pluviosidade de um determinado local. Ou seja, há desertos que podem ser bem frios.

Vale lembrar que a amplitude térmica elevada também caracteriza os desertos, como o do Saara. No entanto, o maior de todos não fica na África, mas na Antártica: são mais de 13 milhões de quilômetros quadrados nesse continente abrangidos por esse clima extremo. No Ártico, por sua vez, temos o segundo maior deserto.

3. O deserto mais seco e árido do mundo está na América do Sul

A ausência de nuvens contribuiu para que o deserto do Atacama fosse escolhido para a observação do espaço. (Fonte: Getty Images/Reprodução)
A ausência de nuvens contribuiu para que o deserto do Atacama fosse escolhido para a observação do espaço. (Fonte: Getty Images/Reprodução)
Ao continuar abordando os desertos, ainda há outro fato interessante: o deserto mais seco do mundo também não está localizado na África. O local onde menos chove no mundo e que apresenta o clima desértico está bem próximo a nós, aqui na América do Sul.

Trata-se do deserto do Atacama. Para quem se pergunta sobre os motivos para isso, dentre os fatores locais, há um que se destaca: a corrente de Humboldt, que se origina perto da Antártica, desloca-se em direção ao Pacífico, desviando do Chile nessa porção mais elevada.

Inclusive, os últimos registros de chuva no Atacama datam de 2015 e 2017, e por terem sido os primeiros em 500 anos, provocaram uma extinção em massa de diversas espécies microbianas, segundo um estudo publicado na Scientific Reports.

4. O vulcão mais antigo do mundo fica no Brasil

O vulcão mais antigo do mundo se formou há 1,9 bilhão de anos atrás e está localizado no estado do Pará. (Fonte: Getty Images/Reprodução)
O vulcão mais antigo do mundo se formou há 1,9 bilhão de anos chegou a apresentar 400 metros de altura. (Fonte: Getty Images/Reprodução)
Quanto às atividades sísmicas, o Brasil é considerado um país geologicamente estável — ou seja, os vulcões estão inativos e os terremotos não costumam dar as caras por aqui. Mas como a porção continental em que estamos localizados possui uma formação bastante antiga, acabou que o Brasil é o local que apresenta o vulcão mais antigo do mundo.

E onde ele fica? Por incrível que pareça, ele está localizado na Amazônia, entre os rios Tapajós e Jamanxim, e possui 1,9 bilhão de anos. Mas assim como os demais vulcões do país, ele teve a sua área continuamente sedimentada e, portanto, perdeu altura. Essa descoberta é relativamente recente e foi realizada por geólogos da Universidade de São Paulo (USP), em 2002.

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